Preconceito na Igreja ( Grupo Amarelo)
Posted by Filipe de Paula Silva | Posted in Lições, Segunda-feira Jovem | Posted on 14:27

Por Thaís Oliveira
Primeiramente: preconceito é um conceito; em segundo: um conceito errôneo. É um conceito mal formado, uma opinião sobre um determinado alguém que surge da ignorância, do não conhecer o que as pessoas realmente são, mantendo a própria visão focada num dado irrelevante ou até mesmo falso, ou em uma característica diferente, incomum. É uma falsa rotulação que restringe o que as pessoas são, o que podem oferecer e desenvolver. Também fazem os “preconceituados” se sentirem discriminados, marginalizados, excluídos de um determinado padrão criado sem fundamento sério e confiável.
Ao conhecermos alguém, temos a primeira impressão. O que sempre ressalta são as características mais superficiais e, a partir dessas, tentamos construir no nosso imaginário o que essas pessoas possivelmente são. Algumas pessoas param nesse estágio, não dão uma chance aos outros de mostrarem, de se expressarem. Reduzem o que as pessoas são a uma determinada cor, ou situação financeira, ou estrutura física, ou estilo de roupa, ou penteado, ou modo de falar, ou escolaridade, ou círculo de amizades, ou profissão, ou “etc.”.
Além de não conhecer as pessoas, quem tem preconceito não tem discernimento de olhar para o que importa. As características acima podem descrever o superficial de alguém, mas o caráter não pode ser expresso no que se capta apenas com o olhar ou no contato à distancia. É necessário ter uma interação, um diálogo. Além de se ter um conhecimento mais aprofundado do nosso próximo antes de qualquer atitude negativa, devemos ter sabedoria. Ao mesmo tempo que agimos injustamente com alguém, podemos acabar deixando passar detalhes que não deveriam ser aceitos. Para evitar que isso aconteça, temos que ter nossos conceitos verdadeiramente embasados em Deus e na Sua Palavra para que não sejamos enganados.
Sabendo o que aceitar e o que rejeitar, estaremos unindo harmonicamente em nossa igreja, as diferentes partes do corpo de Cristo. É sabendo reconhecer o direito de ser diferente, respeitando a individualidade e liberdade de cada um de nossos irmãos, e também exercendo o amor de Jesus com os nossos irmãos que nos fortaleceremos. O fato de cada um ter suas próprias características, seus próprios talentos e dons é importantíssimo para a interdependência entre um e outro. Logo, se temos uma falsa impressão do nosso próximo, como poderemos nos relacionar com este para nossas atitudes se complementarem entre si? É inviável!
Por mais que exijam padrões, estilos, modelos correntes, apenas um deve ser seguido: Jesus Cristo. Ele é a fonte dos verdadeiros conceitos, aquelas que nos fazem bem, que trazem para nós uma melhor vida na Terra e que nos guia até quando estivermos no Céu. Devemos, portanto, manter nossos olhos fixos Nele e desconsiderar detalhes, características insignificantes, que não fazem diferença, em nossos irmão


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